Small Improvement Flow
| Tipo | Melhoria pequena (task, P3/P4 sem bug confirmado) |
| Trigger | /analyze-bug <ticket> |
| Diferença do Bug Flow | Processo mais leve; release-check não é obrigatório para P4 |
| Checkpoints humanos | 3 (sem release-check obrigatório para P4) |
Pré-requisito: instalação concluída — ver 00 — Instalação e Setup.
1. O que é e quando usar
Versão enxuta do Bug Flow para mudanças leves e bem delimitadas.
Use quando: - Melhorias de UX sem impacto em lógica de negócio - Refactoring localizado com escopo bem definido - Ajustes de configuração ou parâmetros - Adição de logging ou monitoramento - Correções de texto, labels, traduções
Não use quando: a mudança afeta lógica de negócio, banco de dados ou integrações → use o Bug Flow.
Qualidade: mesmo no fluxo leve, vale o Gate 1 (1a cobertura do diff + 1b execução no dev) via
/run-regression. Smoke/E2E são recomendados conforme o risco — ver Quality Layer. Para P4 trivial (texto/label), o owner pode dispensar E2E noqa-plan.
2. Visão geral do fluxo
/analyze-bug
└── bug-investigator → BugReport (+ ImpactReport)
↓
⚡ CHECKPOINT 1 — humano confirma escopo
↓
/generate-fix
└── builder-agent → PatchBundle
↓
⚡ CHECKPOINT 2 — humano revisa
↓
/run-regression (se houver testes relacionados)
↓
/open-pr
↓
⚡ CHECKPOINT 3 — PR aprovado
↓
[deploy — sem release-check obrigatório para P4]
↓
learning-agent → atualiza Speckit se gerou aprendizado
3. Passo a passo
Passo 1 — BugReport (escopo)
O bug-investigator gera um BugReport (e o /analyze-bug padrão também gera um ImpactReport).
Para uma Small Improvement, use o BugReport como “escopo aprovado”:
- O que será alterado e por quê
- O que está fora do escopo (explicitamente)
- Riscos de regressão
- Estimativa de complexidade: Simples | Média | Complexa
Se complexidade for Complexa → mude para o Bug Flow completo com architecture-agent. Output:
.ns-flow/analysis/<ticket>-bugreport.md
Passo 2 — Patch
O builder-agent segue as mesmas regras do Bug Flow: Minimum Viable Patch, políticas de segurança,
sem refactoring além do escopo.
Passo 3 — PR
PR mais simples — sem rollback plan elaborado para P4. Para P3, rollback plan ainda é recomendado.
4. Quando escalar para o Bug Flow
Pare e mude para o Bug Flow se, ao investigar:
- O agente encontra um bug real (não apenas melhoria)
- A mudança passa a afetar banco de dados
- A mudança passa a afetar integrações externas
- O architecture-agent sinaliza risco alto
5. Checkpoints humanos
| # | Quando | Quem aprova | Verifica |
|---|---|---|---|
| 1 | Após BugReport | Dev/TL | Escopo claro? Fora-de-escopo explícito? Complexidade ≠ Complexa? |
| 2 | Após patch | Dev/Reviewer | Patch mínimo? Sem scope creep? |
| 3 | No PR | Reviewer | Mudança corresponde ao escopo aprovado? |
6. Pastas e arquivos gerados
| Etapa | Arquivo |
|---|---|
| Escopo | .ns-flow/analysis/<ticket>-bugreport.md (+ .ns-flow/analysis/<ticket>-impact.md, se necessário) |
| Patch | .ns-flow/delivery/<ticket>-patch.md |
| Validação (se houver testes) | .ns-flow/delivery/<ticket>-validation.md |
| PR | .ns-flow/delivery/<ticket>-pr-description.md |
| Encerramento (se gerou aprendizado) | atualizações em .speckit/ |
7. Aplicação pelo time (papéis)
| Papel | Responsabilidade |
|---|---|
| Dev | Dispara /analyze-bug; confirma escopo (CP1); gera patch (CP2) |
| Reviewer | Aprova o PR (CP3) |
Mais leve por design: ideal para o backlog de P3/P4 sem sobrecarregar o time com checkpoints de release. Mas a régua de Minimum Viable Patch continua valendo.
Referências
- Definição canônica:
.claude/workflows/small-improvement-flow.md